(a Eugénio de Andrade)
quando a voz se desenlaça
quando o oiro das palavras
se conjuga em verde e pão
não há morte nem devassa
é só a brisa que passa
e colhe uma rosa em botão
Da tradição poética oriental recolhi as influências, necessariamente contaminadas pelo contexto cultural que me rodeia. E assim se desfia este «diário poético», feito com as miudezas do dia a dia. [Esta página é redigida em total desprezo pelo actual (des)acordo ortográfico]