
não sei que presságio
me atrai à bruma
ao horizonte submerso
às silhuetas difusas
comungando
a opaca luz matinal
não sei que vertigem
me arroja às pedras
ao recorte das sombras
à sentida penumbra
dos castelos
por conquistar
Da tradição poética oriental recolhi as influências, necessariamente contaminadas pelo contexto cultural que me rodeia. E assim se desfia este «diário poético», feito com as miudezas do dia a dia. [Esta página é redigida em total desprezo pelo actual (des)acordo ortográfico]





