
FOTO: Carlos A. Silva
Encara o mar aberto sem vacilar. Sólido e vertical, lança a sua luz na escuridão, avisando os marinheiros: não vos fieis na voz das sereias que se armadilham nas escarpas aguçadas da costa.
Da tradição poética oriental recolhi as influências, necessariamente contaminadas pelo contexto cultural que me rodeia. E assim se desfia este «diário poético», feito com as miudezas do dia a dia. [Esta página é redigida em total desprezo pelo actual (des)acordo ortográfico]








FOTO: Carlos Fernandes
Soltam-se braços e pernas, cabeças e torsos, entre a luz e a sombra. Inebriados pela melodia, agitam-se os corpos síncronos, entregues à dança, no fulgor da juventude. Gestos delicados e gráceis, como um sortilégio, enchem o espaço e prendem o olhar. Deixam no ar um augúrio, uma promessa, uma certeza…












